Como decidimos que preço a gente cobraria pela primeira vez.
Precificar foi uma das decisões mais difíceis lá no começo.
De um lado, sabíamos quanto tempo levava pesquisar, comparar, organizar e revisar cada guia e cada roteiro. Do outro, sabíamos o quanto viajar já custa caro — e não queríamos que o nosso trabalho fosse mais um peso nessa conta.
Cobrar pouco demais? Desvalorizava o que a gente construía com tanto cuidado. Cobrar caro demais? Afastava justamente quem mais precisava de ajuda pra planejar bem.
Foi aí que paramos de pensar em preço e passamos a pensar em valor: quanto vale poupar alguém de vinte abas abertas, de noites pesquisando hospedagem, de decidir sozinho algo que a gente já testou?
Chegamos a um número que fizesse sentido dos dois lados — o nosso e o de quem confia na gente pra pensar a viagem junto.
Não foi cálculo de planilha. Foi conversa entre irmãs, tentativa, ajuste, tentativa de novo.
E ainda ajustamos, sempre que percebemos que faz sentido ajustar.
Avistar & Co. Duas irmãs, dois olhares, um só cuidado.